Em maio passado, o SINDPOLF/SP enviou para o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e para a Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo, ofício em que solicita apuração sobre suposto caso de assédio moral e eventual prática delitiva por parte do delegado de Polícia Federal e chefe da PF de Araçatuba.

As denúncias foram feitas ao sindicato por servidores sindicalizados e não sindicalizados que trabalham naquela regional. O SINDPOLF/SP reuniu diversos relatos que foram levados para o departamento jurídico e também registrados por meio dos ofícios.

Os colegas de Araçatuba descreveram o ambiente de trabalho ao longo de mais de dois anos como "desarmonioso e insalubre" com discussões acaloradas e calcadas em palavras de baixo calão e impropérios; advertências verbais, em tom de ameaça, de instauração de procedimento administrativo disciplinar em desfavor do servidor que se nega a cumprir ordem abusiva; perseguições de cunho pessoal e direcionado a pessoas específicas; falta de urbanidade no trato com todos os servidores e contratados da delegacia de Polícia Federal de Araçatuba, entre outros relatos.

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